
Paulo Bento foi suspenso um mês.
O que é que ele precisa fazer para o suspenderem 2 anos?? Assim talvez viesse um substituí-lo...e pussesse a equipa a jogar. A sério. Como uma equipa de 1ª divisão. Como uma equipa que quer ir à Champions. Resumindo...que os pussesse a jogar à Sporting!!
Não podem ser 2 anos?
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Publicada por Dina à(s) 19:48 1 comentários
Que luxo!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Até falhamos penalties...e depois não conseguimos marcar um único golo a uma equipa com 10 em campo e que pelo que ouvi é mais fraca que o Sporting.
Quando é que Paulo Bento começa a trabalhar de forma diferente com esta equipa e os coloca a jogar futebol a sério??
Parabéns ao Miguel Veloso, quanto a mim o melhor em campo juntamente com Daniel Carriço.
Publicada por Dina à(s) 22:51 5 comentários
Continuo muito preocupada...
terça-feira, 28 de julho de 2009

A pré-época acabou, agora já é a sério...e não me sinto nada confiante.
Espero que nas próximas 24h algo aconteça e se dê a viragem decisiva e venha ao cimo o Sporting lutador e vitorioso!!
Publicada por Dina à(s) 18:51 1 comentários
Não é que ele tem razão??
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Hoje no Record na sua secção de exclusivos li uma crónica de Carlos Daniel (jornalista da RTP) e dei por mim a concordar com ele.
Não apenas por ser um jornalista com o qual simpatizo- porque me parece apesar de ser do Porto e possívelmente do FCP, que consegue manter a isenção e fazer uma análise das situações sem se deixar influenciar por outras razões que a razão desconhece (coração) -mas porque faz uma leitura muito semelhante à minha que, de tácticas futebolísticas pouco entendo.
Para não terem que ir lá procurar aqui fica...destacando o que diz respeito ao Sporting.
Construir uma equipa
Gostei de ler a entrevista que Carlos Mozer deu a Rui Dias, aqui no "Record". Essencialmente porque Mozer - sim, um desses craques que sabe de cor o cheiro do balneário e que não pode ser acusado de ser um "teórico" - disse, preto no branco, que o futebol mudou muito nas últimas décadas.
Ainda há dias, ao seguir um debate sobre futebol num canal de cabo, achei deprimente a forma como alguns "especialistas" tentavam explicar virtudes e defeitos de uma equipa recorrendo a chavões como a "atitude", a necessidade de "pôr os jogadores a correr" ou de "construir a equipa de trás para a frente".
Chego a ficar com a ideia de que há quem pense que é com conversas no balneário que o treinador faz com que a equipa pressione mais alto ou seja mais eficaz nas transições (e é giro que mesmo alguns contestatários das novas terminologias, ao fim de 3 ou 4 anos, já não passem sem "transitar"). Não é, seguramente. É no treino, no trabalho diário, e não com gritos ao intervalo e menos ainda durante o jogo, quando os jogadores já nem ouvem (ou fazem por não ouvir) o que sai do banco.
É nesse plano que Mozer - volto a ele - coloca Mourinho como estando à frente do seu tempo e avança no pensamento tático sobre o jogo identificando, por exemplo, a importância do homem que ocupa a posição 6 (o trinco ou pivô), enquanto ponto de equilíbrio de uma equipa.
Em Portugal é uma evidência. No FCPorto da época passada, pode destacar-se a dinâmica de Lisandro, a explosão de Hulk ou a revelação de Cissokho, mas foi quando conseguiu ganhar Fernando que Jesualdo Ferreira superou a maior crise tática, resultante da saída de Paulo Assunção. Não espanta por isso que, sendo Fernando cobiçado, o FC Porto corra a adquirir Prediger para se precaver numa posição que é chave.
Não me sinto habilitado para dizer se 7 milhões é ou não dinheiro a mais por Javi García. Só vendo o jogador, conhecendo-o melhor, será possível avaliar. O que não faz sentido é aquele argumento de que é muito por um médio defensivo, como só se pudesse gastar dinheiro a sério com avançados. Muitas vezes, um especialista nesta posição é meio caminho andado para o sucesso e Jesus pode ter resolvido o maior imbróglio tático que se lhe deparava.
É também aí que vejo o Sporting atrás dos rivais. O vértice recuado num losango precisa de um jogador com uma dinâmica diferente de Veloso e Rochemback. A menos que um deles nos surpreenda ou Adrien se afirme, o leão mantém essa dificuldade principal, a par das limitações nos laterais e da ausência de um guarda-redes que dê plenas garantias. E por muito que não concorde com a tal ideia da construção das equipas de trás para a frente, ou a admita apenas numa perspetiva tática, que não individual, estou cada vez mais convencido de que não há grandes equipas sem um guarda-redes top. E isso nenhum dos grandes tinha na época passada. Nem o FC Porto.
Publicada por Dina à(s) 19:01 4 comentários
Afinal não sou só eu que gosto dele...

O Sporting já estava bem servido de avançados, como Liedson e o Hélder Postiga, que gostei muito de ver nestes jogos de início de época com o Feyenoord e o V. Guimarães-Paulo Ferreira defesa do Chelsea
Precisávamos mesmo do Caicedo??
Não haveria outras posições a precisarem mais de reforços?
Publicada por Dina à(s) 12:30 5 comentários
